Enquanto o ecossistema se amadurece de forma a transpirar silhuetas incontestavelmente atmosféricas, o escopo rítmico rapidamente toma corpo com a presença de uma voz feminina aguda e açucarada. Na posse de Kristin Knight, ela vai sendo usada de forma a explorar uma sensualidade gradativa e irresistível que perambula livremente pela paisagem sônica.
Intimista em certo aspecto, a canção amadurece em um súbito quando o escopo lírico definitivamente assume o primeiro plano. É nesse ínterim que, inclusive, o próprio escopo rítmico-melódico passa a ser agraciado por boas doses de sensualidade. Transpirando uma cadência afrobeat, Bala Bala (Bailar) se destaca por também propor a fusão entre o reggaeton e a energia club em sua receita conjuntural.
