Sincopada, mas curiosamente delicada, a canção nasce a partir de uma interessante construção sonora pautada na interação direta entre guitarra, bateria e violino. Alcançando, a partir daí, veludo e dulçor, mas também leveza e cadência, a faixa se permite caminhar por um caminho bluesado e de nuances dramáticas que chamam a atenção do espectador.
Introspectiva e com nuances sensuais sem sinal de um contorno necessariamente apelativo, a canção rapidamente tem seu escopo lírico moldado por uma voz feminina aguda e levemente açucarada. Vinda de IDA JANE, ela destaca a presença, também, do soul na conta das texturas sônicas de Better Off Dead, uma obra que explora o sentir ignorado e esquecido pela sociedade.
