Strange Pink, com “Boys Club”, transforma referências do grunge noventista e do shoegaze em um ruído controlado que acerta em cheio. Sob a liderança de Sam Forrest, a banda mostra que sabe como tensionar passado e presente sem soar repetitivos.
O single, produzido com precisão por Nick “The Muscle” Russell e Ed Woods, dá peso a cada camada sonora, equilibrando o cru e o sofisticado.
“Boys Club” não acena, escancara. É música que não alivia, feita para quem prefere o incômodo à acomodação. Um convite barulhento para quem ainda se importa.
Confira:
