Du Cane prova que metal extremo também pode ser psicodélico

 

Olha que interessante a inspiração para o nome dessa banda. Du Cane se inspira na cordilheira da Tasmânia de mesmo nome. Bela, porém brutalmente implacável, imprevisível e impiedosa, a paisagem reflete o som da banda. E o som dos caras vai muito além do que se imagina e eles colocam em prática algo não tão observado.

Em “Veil of The Abyss II”, o grupo prova que é possível fazer metal extremo com toques de psicodelia. Entregando um djent com elementos do progressivo, a banda encara melodias agressiva, mas também viajantes, além de linhas vocais que vão do industrial, pop e guturais.