É difícil para o ouvinte não se comover. Afinal, a canção explora um apelo emocional que praticamente grita para ser percebido. Por meio das notas de um piano entristecido, cada som grave dele extraído soa como lágrimas escorrendo por um rosto ausente de autoestima. Diante de uma melancolia pungente e pegajosa, a faixa se mostra um trap inquestionavelmente dramático.
Pulsante em sua máxima essência, a faixa é narrada por uma voz masculina que rapidamente se apoia no uso do autotune para alcançar novas texturas. Diante disso, o torpor se anuncia com demasiado primor, ao passo que Baq vai permitindo que o ouvinte traduza FaceTime como uma obra que narra as turbulências vividas a partir de um relacionamento à distância.
