A delicadeza e a sutileza andam de mãos dadas durante a introdução da composição. Com o acréscimo do dulçor como elemento associado ao senso de gentileza, a faixa alcança pontos de sentimentalismo conforme, curiosamente, vai explorando a sua natureza eletrônica frágil e agradavelmente envolvente.
Entorpecente em sua máxima essência, é interessante perceber como a obra acaba tendo seu aspecto espirituoso bem explorado por parte da sensibilidade de Harry Lay Long. Misturando detalhes do electro com traços singelos de EDM, Pangbourne, em sua versão concerto, consegue encantar o ouvinte com a sua beleza ímpar e transcendental.
