O swing e a malemolência marcam presença de maneira generosa e inquestionável já perante a paisagem sônica introdutória. Construídas perante pulsos rítmicos brevemente amaciados e a presença daquilo que parece ser um saxofone fazendo um pouco de firula no espectro harmônico, essas características dão à canção uma identidade contagiantemente dance pop.
Leve e divertida, a canção não se permite explorar o torpor em demasia e, por isso, pincela, em meio à sua sonoridade cuidadosamente apelativa, raspas de uma acidez ofertada pela distorção cabível à guitarra. Trazendo ligeiros flertes para com a sensualidade leve do reggae, Rise, O Judah traz, por meio de seu enredo lírico, indicações que escancaram a sua essência cristã.
