Sim, ela pode ser definida como uma firme, precisa e potente perante seu alicerce inquestionavelmente soturno. Cabisbaixa, séria e densa, a faixa é capaz de explorar certas nuances de crueza em meio à sua sonoridade minimalista de forma a enaltecer a sua postura fria e introspectiva.
De forma curiosa, ainda, a faixa ainda consegue transpirar boas doses de melancolia, mesmo ela não sendo apresentada de maneira pegajosa. Guiada por uma voz feminina aguda e açucarada de posse de Jessica Breanne, a canção, surpreendentemente, acaba se deleitando por entre flertes precisos para com a roupagem sensorial da psicodelia. Eis Hungry, o novo single da cantora estadunidense.
