O som da água correndo calmamente pelo veio do riacho. O frescor da brisa de um entardecer de outono. A textura da grama úmida pelo sereno sob os pés descalços. O ar puro. Não é apenas a limpidez e o êxtase de bem-estar. A forma com que o violão se movimenta, de maneira convidativamente macia e estonteantemente delicada, faz com que o ouvinte sinta mais que conforto, ganhe um senso de aconchego.
Esse é o momento exato em que uma voz assume as linhas líricas. Entre falsetes bem executados, tal timbre, vindo de Eleri Ward, oferece uma textura grave à sutileza da melodia, mas sem interferir em sua máxima estética afetuosa. Calcada em uma estrutura minimalista, contando, especialmente, apenas com a presença do canto e do violão como elementos primordiais para a criação de uma ambiência hipnótica, a canção ainda possui, através do sintetizador, a presença de sonares sintéticos que exortam um profundo senso de tranquilidade em meio a uma proposta sensitivo-cenográfica transcendental.
É dessa forma que Eleri apresenta ao mundo a sua forma de interagir com o campo energético, com a emoção do ouvinte e com seu próprio papel em incitar ideias e pensamentos. Com Moss, a nova-iorquina mergulhou profundamente em uma estética folk linear e minimalista que, pelo seu estado de mantra, flerta com a estética melódica assumida por Enya em suas respectivas canções.
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