Em “I Just Want To Say“, Amelia Coburn escreve cartas de amor para um serial killer e dá voz a uma mulher que parece incapaz de enxergar os riscos dessa paixão. A composição abre caminho para o segundo álbum da cantora britânica e parte da hibristofilia, atração por pessoas que cometeram crimes.
A história tem afinidade com o gosto de Coburn por literatura gótica e cinema noir, referências que também aparecem em sua composição que une indie pop, psychedelic e freak folk.
Depois do álbum de estreia produzido por Bill Ryder-Jones, a artista volta a apostar em personagens excêntricos e situações que fogem do cotidiano — com voz encantadora e grande arranjo instrumental.
Confira:
