O que existe depois da morte? Prisma aborda a questão no som de “Aether”

O Prisma simplifica sua sonoridade progressiva em “Aether“, single lançado em 1º de outubro que mostra a banda destilando sua força sonora em um estrutura direta, com riffs de guitarra agressivos e camada vocal impiedosa.

A faixa nasceu de uma experiência do vocalista Michael Luginbühl, cujo interesse por relatos de quase-morte surgiu durante uma fase de perda de propósito. O contato com essas histórias inspirou uma visão irônica do pós-vida, distante da solenidade habitual.

O resultado é uma faixa intensa e contagiante, que marca uma nova direção para o grupo.

Confira: