Embora o álbum de estreia do grupo recur possua o singelo nome “A Strange Loop”, o significado literal é completamente paradoxal, pois o que você não encontra de jeito nenhum em suas nove faixas é loop. Sim, o que há neste álbum de músicas avant-garde é um arranha-céu sonoro de mais de 40 minutos do mais puro experimentalismo. Dentro desse contexto, descobrimos que sua construção permitiu facetas de mais de cinquenta músicos distintos, todos com categoria inabalável. Entre eles, claro, se destaca o compositor Tim Harrison que já conquistou prêmios em sua categoria. “A Strange Loop” é expressão em movimento.
Vale também destacar nomes como Richard Jones (Ligeti Quartet), Jack Wyllie e Chase Coley que são mestres em suas funções e experimentações. “A Strange Loop” é um álbum que busca penetrar profundamente na consciência do ouvinte, aflorando diversas sensações. São faixas para estimular a curiosidade e a percepção do homem sobre o seu meio. Aqui, os encaixes harmônicos não buscam parâmetros na música, mas no misticismo, tecnologia e novos portais. Para uma experiência ainda mais imersiva, tente separar as nuances de cada elemento, aí você estará adentrando em uma bolha sensorial com diversas visões imaginárias. Este, sem dúvida, é um trabalho para ocupar a mente em uma infinita meditação.
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