A bateria já se mostra em meio a uma desenvoltura cuidadosamente pulsante e levemente crua. Com direito a uma guitarra distorcida em um tom levemente estridente, mas sem necessariamente se apoiar em uma postura agressiva, a faixa vai, curiosamente, se envolvendo em uma paisagem sônica indie rock com toques encantadoramente retros.
Articulada, atraente e com doses de um frescor interessantemente swingado, a faixa se permite se aprofundar em relação à textura da estridência de forma a flertar com uma sonoridade semelhante àquela padronizada pelo The White Stripes. Provocativa e irreverente, so what! traz consigo uma interessante e chamativa busca por liberdade e pela capacidade de aproveitar o momento.
